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Meu vício é correr apresenta: Deivisson Aguiar



quarta-feira, 1 de junho de 2016 - 13:21

Deivisson Aguiar, de Muniz Freire/ESFala, galera! Hoje vamos tirar a poeira do site em grande estilo. Tenho a honra e o prazer de trazer a história do Deivisson Ferreira Aguiar, de Muniz Freire/ES, cujo relato eu vi no grupo Viciados em Corridas de Rua do Facebook. Deivisson perdeu 40 quilos e deixou um quadro de hipertensão para trás com a nossa amada corrida e uma dieta equilibrada. Sem mais delongas, vamos à história dele! Espero que ao final tenham gostado tanto de lê-la quanto eu de transcrevê-la!

 

 

 

 


Deivisson Aguiar, de Muniz Freire/ESSempre fui um adolescente gordinho. Nunca gostei de exercícios físicos e sempre fui viciado em refrigerante, doce, massas, salgadinho, e tudo mais que não faz bem (mas que a gente insiste em comer). Durante a adolescência eu me senti incomodado com meu peso e com as inevitáveis piadas, então procurei um endocrinologista. Fiz um tratamento, perdi peso, e quando comecei a reduzir a dose do medicamento (Orientado pelo médico), comecei a engordar novamente. A partir daí, comecei a sentir dores nos joelhos pelo excesso de peso... Tempos depois, procurei outro médico, que baseou o tratamento novamente em medicamentos. Deu certo, perdi bastante peso, porém, tão logo suspendia a medicação, engordava novamente. Se perdia 5kg, “achava” 10 quando parava com a medicação. E assim acomodei com a obesidade, alimentação desregrada e ausência de atividade física.

 

 

 

Deivisson Aguiar, de Muniz Freire/ESEm 2012 cheguei a pesar 117kg e tive alguns picos hipertensivos que me levaram ao cardiologista. Daí, agora já nem tomava mais medicamento pra emagrecer. Tinha que tomar anti-hipertensivos. A partir de então, depois de não me conformar em ser hipertenso aos 24 anos e pesar 117kg, comecei a melhorar a alimentação e fazer atividade física, com o simples objetivo de melhorar minha saúde. Sempre detestei qualquer tipo de legume e verdura (Exceto batata), sempre fui fã de massas, refrigerantes e doces, mas descobri que pra ser mais saudável eu não preciso me privar de comer tudo o que eu gosto. Aprendi a gostar (MUITO) de salada, e comecei a me alimentar melhor. Ah, também sempre odiei qualquer tipo de esporte que não fosse no videogame, rs.


Deivisson Aguiar, de Muniz Freire/ESComeçar sempre é a parte mais difícil. Sentia dores demais, não aguentava caminhar mais de 30 minutos no início pela falta de ar e dores nos joelhos.

Algumas pessoas me falavam que não conseguiria se não tomasse algum tipo de suplemento ou medicamento, porém, como eu já fiz vários acompanhamentos com endocrinologistas e já tomei (por indicação médica) todos os tipos de “emagrecedores” possíveis na adolescência, decidi não tomar nada, até porque a única coisa que seria efetiva pra vida toda, seria mudar a mente, reeducação alimentar, e não medicamentos (Todas as vezes que eu fiz tratamentos, quando o médico suspendia a medicação, eu engordava mais que antes).

 

 

 

 

 

Deivisson Aguiar, de Muniz Freire/ESLógico que nada cai do céu, senão ninguém seria gordo no mundo. É preciso aliar REEDUCAÇÃO ALIMENTAR + ATIVIDADE FÍSICA. Quando eu comecei, no auge dos 117kg, mal conseguia caminhar 1km. Depois de perder um pouco de peso comecei a correr (No início, corria 5 minutos e caminhava 45, morrendo, rs) e fazer musculação. Comecei a gostar muito de corrida e de frequentar a academia. Sempre seguindo as orientações do cardiologista. O processo de emagrecimento foi lento, pois como disse, preferi não tomar medicações e nem fiz cirurgias. Mas eu sabia que se porventura eu engordasse novamente, seria muito mais fácil “correr atrás do prejuízo” pelo meu próprio esforço do que se sofresse de abstinência de medicamentos novamente.

Durante esse processo eu descobri que tenho Condromalácia patelar grau IV nos dois joelhos, uma lesão degenerativa que dói e muitas vezes limita movimentos e exercícios. Possivelmente essa lesão se instalou por questões genéticas e principalmente pelo meu excesso de peso durante a adolescência. Isso desanima, desespera. Quando eu tomei gosto por correr, descobri uma lesão grave nos joelhos. Procurei um bom médico, segui o tratamento recomendado e hoje quase não sinto dor (Faço acompanhamento pra ver a evolução das lesões)

Bom, eu cheguei aos 77kg (40kg eliminados), e hoje estou com 80kg. Hoje eu como o que eu quero, quando eu quero, por que sei que depois vou correr atrás pra eliminar. Tem que ter um equilíbrio! Hoje me viciei na corrida, e quem corria 5 minutos e caminhava 45, hoje já corre mais de 15km e a meta é correr a primeira meia maratona em breve. Faço acompanhamento com ortopedista e cardiologista sempre a cada 4 ou 6 meses, mantenho a alimentação, corro 3x na semana e faço musculação 5x. O processo tem que ser prazeroso, tem que gostar de se cuidar, porque se for feito como obrigação, como algo chato e que você não queria estar fazendo, sinto muito.... As chances de sucesso serão sempre mínimas!

O apoio da família e amigos sempre dá aquele gás que a gente precisa. Imagina você sentar na mesa pra comer salada, arroz integral e frango, e sua família toda comendo lasanha do seu lado.... Não dá! Rsrs. Minha família sempre me apoiou e se não fossem eles, não seria possível.

Eu só queria com esse depoimento e essas imagens dizer que se foi possível pra mim, é possível pra qualquer pessoa no universo. Se eu que era o rei do sedentarismo e da má alimentação, consegui, qualquer um consegue!

Se existe fórmula mágica, essa é:
ATIVIDADE FÍSICA + REEDUCAÇÃO ALIMENTAR + FOCO + DETERMINAÇÃO + FORÇA DE VONTADE = SAÚDE!


E vamo que vamo que a luta é todo dia!


E então, gostou da história do Deivisson? Quer mandar a sua? Entre em contato comigo: emecoelho@gmail.com

Abraços, beijos e até a próxima!

Fonte: Coelho de Programa

Leia mais sobre: motivação, resiliência, alimentação, nutrição, obesidade, dieta

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