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4 dicas de treino de Jordan Hasay para a maratona Whats Email Mapa de imagens. Clique em cada uma das imagens

segunda-feira, 26 de agosto de 2019 - 09:57
jordan hasayNão importa quem você é, sempre há curvas de aprendizado quando se trata de treinar e correr a maratona. Mesmo Jordan Hasay, a segunda mulher americana mais rápida de todos os tempos, ainda se considera uma estudante.

Esta é, na verdade, a razão pela qual ela estará correndo na maratona de Chicago em 13 de outubro.

"Preciso da experiência. As pessoas esquecem que só corri três maratonas. Preciso aprender mais sobre o evento para integrar a equipe olímpica.", disse Hasay durante uma entrevista por telefone com o Women's Running.

Não quer dizer que ela não tenha tido um começo forte. Em suas primeiras três maratonas, Hasay foi três por três, por assim dizer: terceiro lugar na maratona de Boston 2017, terceiro na maratona de Chicago de 2017 e terceiro novamente em Boston. Ela tem um recorde pessoal de 2:20:57, e quando largar em outubro, espera estabelecer um novo recorde americano, batendo os 2:19:36 de Deena Kastor na maratona de Londres de 2006.

Depois de Chicago, serão disputadas, em 29 de fevereiro, em Atlanta, as qualificatórias americanas para a maratona Olímpica, onde os três primeiros colocados competirão nos Jogos de Tóquio, que serão a primeira vez de Hasay na equipe olímpica, caso ela se qualifique.

Mesmo que ela ainda não tenha aprendido tudo ainda, aqui estão as melhores peças de sabedoria de treinos e provas que Hasay recolheu até agora:

Identifique seu quadro geral.

Embora seja importante aproveitar o processo e desenvolver a aptidão no dia a dia, quando você está olhando para as principais metas que deseja alcançar, trace um caminho que leve em consideração todas elas.

Para Hasay, 27 anos, que é orientada por Alberto Salazar no Projeto Oregon, as aspirações incluem ganhar uma grande maratona, estabelecer recordes e fazer parte da equipe olímpica. E só porque um grande passo no caminho para um desses objetivos está chegando em fevereiro não significa necessariamente que os outros tenham que esperar. Alguns também são um meio para outro fim.

Ciclos de treinamento de maratona bem-sucedidos desenvolvem-se por si mesmos. Se um corredor puder se manter saudável através deles, a consistência e o processo de aprendizado levarão a avanços. Espera-se que ter em mãos um ciclo de treinamento de maratona que leve a uma maratona rápida em Chicago também resulte em melhor condicionamento durante a preparação para as qualificatórias, o que poderia tornar a prova mais lenta e estratégica.

"É legal correr rápido, tentar vencer e bater recordes, mas a experiência e ter bons desenvolvimentos também são importantes. E nenhum desenvolvimento é sempre o mesmo. Até certo ponto, ainda é um jogo de adivinhação para mim.", disse Hasay.

Atenda às suas necessidades de treinamento.

Hasay passou a maior parte de 2018 lesionada. Ela sofreu duas fraturas no calcanhar esquerdo durante esse tempo, o que a levou a desistir das maratonas de Boston e Chicago.

Pelo lado positivo, ela descobriu que perseguir mais quilometragem semanal ou planejar um ciclo de treinamento de maratona mais longo pode não revelar suas melhores performances. Ela teve um ciclo encurtado para a maratona de Boston de 2019, mas ainda terminou em terceiro em 2:25:20, o que lhe mostrou algumas coisas: primeiro, que fazer pausas mais longas no treinamento não atrapalha sua performance. Segundo, que mesmo que ela reduza ou altere outros aspectos do treinamento, bons longões constroem confiança.

Ela está mantendo a quilometragem em torno de 160 quilômetros por semana, ao invés dos 200 que manteve na preparação para outras provas.

"Isso é o principal para mim. Meus longões precisam fluir bem. Durante Boston, sabia que minha velocidade não estava alta, mas meus longões estavam exatamente onde estavam como antes de eu me lesionar. Isso me dá uma boa sensação de calma.", disse ela.

Hasay também utiliza mais treinamento cruzado em sua rotina do que quando começou a se preparar para as maratonas.

"Estou tentando um treinamento diferente. Não estou fazendo exatamente o mesmo treino que me levou a uma lesão. Desta vez, fiz mais treinamento básico que incorporou a bicicleta e a natação. Aprendi que posso fazer muito treinamento cruzado e ainda estar realmente em forma.", disse ela.

Desafie sua força.

Hasay se lembra de quando se tornou profissional, depois de se formar na Universidade de Oregon em 2013, achando que já tinha dominado o treinamento de força. Isso a faz rir agora.

"Na faculdade, gostávamos de '10-minutos de abdominais', onde todas as meninas apenas faziam exercícios. Era mais pela aparência, provavelmente.", disse ela.

Ela logo percebeu que apesar de ser uma das melhores corredoras, seu corpo era fraco.

"Eu não conseguia levantar nada. Agora posso levantar 205 quilos.", disse Hasay.

As sessões de levantamento são geralmente cerca de uma hora duas vezes por semana, com muitos deadlifts e box squats, bem como sessões que incluem circuitos de salto dinâmico e treino de core. Ela diminui os pesos quando está no ciclo mais pesado do treinamento de maratona.

"Isso pode realmente ajudar você a passar pela maratona. Em Boston eu estava respirando com dificuldade, mas nas minhas duas primeiras maratonas, foram minhas pernas que foram embora primeiro. Agora meus glúteos, quadris e isquiotibiais estão fortes, graças ao levantamento. São meus músculos que me carregam.", disse Hasay.

Mantenha sua perspectiva.

Planos são bons de se ter, mas só se você estiver disposto a adaptá-los às circunstâncias da vida real. Quando Hasay correu a NYRR Mini em junho, ela sabia que não ia ser seu melhor dia. Ela também não queria abandonar uma competição que contava para o campeonato nacional feminino de 10 km de rua deste ano, então ela largou mesmo assim.

"Havia outras coisas acontecendo, mas as principais eram um vírus ou uma gripe. Corri horrivelmente em Nova York.", disse Hasay.

Ela foi a 20a colocada, com 34:25. Então ela torceu o topo de seu pé esquerdo (a que ela agora se refere como seu "pé biônico" porque, "não há mais nada para lesionar lá", disse ela, rindo), o que levou a riscar os planos de correr a meia maratona Grandma’s em Duluth.

"Não era uma corrida chave. Quero ser inteligente e cautelosa depois de todas as lesões no ano passado.", disse Hasay.

Lembre-se, o caminho para alcançar o verdadeiro sucesso da maratona é longo, e sempre se trata dessa perspectiva maior.
Traduzido do site WomensRunning.com

Fonte: WomensRunning.com (traduzido por CoelhoDePrograma)

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