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Diário de Buenos Aires – Dia 5
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016 - 12:25
Buenos AiresFala, galera! Peço desculpas quem está acompanhando nossa saga pela demora no post, mas é que a semana foi puxada. Entretanto, antes tarde do que nunca!

Conforme prometido, segue o quinto de uma série de posts sobre a aventura dos Coelhos em Buenos Aires). Clique no link ao lado pra ir acompanhando.

Nesse dia não tomamos café no hotel, porque o primeiro programa do dia eram justamente conhecer o Café Tortoni, que nos foi altamente recomendado, por conta dos famosos churros com recheio de doce de leite. Pois bem, qual foi a nossa surpresa quando os churros que pedimos, apesar de deliciosos, não tinham doce de leite! Aliás, não tinham recheio nenhum, hehehe. A Carla e as crianças ficaram um pouco decepcionadas, mas como eu gosto de coisa farinhenta assim mesmo, achei ótimo! Café tomado e vamos bater perna!

Demos um pouco de azar nesse dia, porque os dois museus que pretendíamos visitar, o dos fantoches (Títeres) e o dos trajes estavam fechados. Mas como estávamos de férias e qualquer prazer nos divertia, toca para vermos a Mafalda. Pra quem não conhece, é uma personagem criada pelo cartunista argentino Quino, e que fica "sentada" em uma praça. Pausa para fotos, como a que ilustra o post, e a velha e boa Quilmes pra repor as energias.

Buenos AiresNisso já era bem perto da hora do almoço. Combinamos com a minha sogra de nos encontrarmos num restaurante chamado La Bisteca, em Porto Madero.

Eu, que havia "conhecido" o bairro portuário no dia da Maratona, correndo, agora pude apreciar melhor as belezas do lugar, que é considerado um dos mais chiques de Buenos Aires, junto com a Ricolleta.

Mesmo sendo um lugar chique, o restaurante me surpreendeu por não ser muito mais caro do que outros que já tínhamos conhecido. Aliás, diga-se de passagem, que Buenos Aires, a meu ver, é um lugar onde se come muito bem. Prova disso foram os quase três quilos que adquiri em uma semana, hehehe.

Carla e eu pedimos salada com o já tradicional bife de chorizo. Na hora da sobremesa, uma coisa que deixou (não só) os meninos com água na boca: duas cascatas, uma de cada lado do restaurante, uma de chocolate e outra de doce de leite! Fomos fazer o sacrifício de comer a sobremesa, né? Minha sogra, apreciadora de vinhos, ainda ganhou de brinde uma garrafa, que ela experimentou e achou muito bom!

Buenos AiresDepois do almoço, fomos passear pela "orla" do bairro e outro susto: Carla tomou um baita tombo! É uma hora de muita tensão, porque a possibilidade de uma torção é sempre grande no caso dela, mas graças a Deus foi só o susto.

Contamos com a enorme solidariedade de um garçom que, ao ver o tombo, saiu de um dos restaurantes, veio nos ver e voltou com uma providencial bolsa de gelo! Carla recuperada, ainda paramos para tirar uma foto com o Carlos Gardel, famoso cantor e ator cuja nacionalidade é meio controversa, mas que ficou famoso por divulgar o tango no mundo.

Foto com o Gardel tirada, andamos mais um pouco e finalmente chegamos ao local da próxima aventura: O Museu Fragata, onde as crianças se divertiram muito, vendo como é um barco de verdade por dentro. Rápida pesquisa na internet nos mostrou que a fragata foi construída na Inglaterra para funcionar como escola naval em 1897 e, depois de 39 viagens, está hoje aportada ao dique III de Puerto Madero, na cidade de Buenos Aires. A embarcação soma em sua história várias viagens internacionais, até aos poucos reduzir sua atividade aos rios da Plata, Paraná e Uruguai. Em 1964, por fim, a fragata abandona as navegações e é aportada para se transformar em museu, condição em que se encontra até hoje.

Buenos AiresDepois de sair da Fragata, Da. Hélvia marina e eu passamos num supermercado pra abastecer a geladeira da vovó de gulo... digo, de comida saudável e voltamos para o hotel, pois nessa noite Carla e eu ainda teríamos o show de tango. Banho tomando, descemos pro hall do hotel pra esperar o ônibus que nos levaria ao show.

Nessa hora, tivemos mais uma mostra de um problema que eu já tinha relatado antes: A falta de pontualidade dos argentinos. Os caras chegaram em cima da hora do jantar, que é antes do show, que começa às 22 horas. Além da foto que estampa esse parágrafo, tiramos uma que infelizmente esquecemos no quarto do hotel, daquelas que eles oferecem na entrada do show. Uma pena! Jantamos meio às pressas pra poder assistir ao show, que realmente é maravilhoso, depois embarca novamente no ônibus e volta pro hotel, porque no outro dia ainda tinha mais farofa!
Espero que você tenha gostado de ler o relato tanto quanto eu gostei de escrevê-lo!

Abraços, beijos e até a próxima!

Fonte: Coelho de Programa

Leia mais sobre: buenos aires, café tortoni, mafalda, la bisteca, ricolleta, carlos gardel, museu fragata

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